“Lugar estranho, o limbo – um não-lugar, mas… seja –,no qual o tempo e o espaço que rasteja,de voo atado, em pesadelo de escapar,lutam pelo último meio-ser crepuscular, –espaço oco, tempo sem foice de mãos cheiassurdo e infecundo como o cálculo das areias,sem nem sombra de sombra, – ah, mas pra quê flutuaem relógio de sol a luz da lua?
[…]”
Érico Nogueira traduz esse poema menos conhecido de Coleridge.